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Congresso Nacional e Internacional |
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Escrito por Administrator
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Sex, 02 de Dezembro de 2011 15:24 |
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Palestrantes Cleo Fante - C.M.E.O.B Mauro Mustak - UNIFESP Maria Lucia Vasconcelos - Mackenzie Marcos Masetto - Mackenzie José Manuel Moran - USP/Anhanguera José Outeiral - JPA/RGS Isabel Parolin - Católica - PR José S. Schwartzman - Mackenzie Cristiano Nabuco - FMUSP - SP Temas O que fazer com a criança que não aprende do jeito que “aprendemos” a ensinar ? Formando mentes inclusivas Transtorno não verbal em sala de aula Entender como se aprende para aprender como se ensina Como lidar na escola com crianças viciadas em internet e video games ? Redes sociais: Desafios para família e para a escola Diagnósticos na dificuladade de aprendizagem: Rótulo ou identificação ? Dislexia e distúrbios de aprendizagem: Mitos e verdades. O que é normal e o que é patológico na infância Aspectos neurológicos nos distúrbios de aprendizagem O que leva uma criança a aprender ? |
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Última atualização em Sex, 02 de Dezembro de 2011 15:31 |
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Dom, 18 de Abril de 2010 21:00 |
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“Um grupo de profissionais, reunidos para trazer à sociedade, uma associação especializada e com o firme propósito de auxiliar, e fazer o diferencial no ramo das dificuldades de ensino e aprendizagem!”.
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Última atualização em Seg, 19 de Abril de 2010 20:02 |
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Escrito por Administrator
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Dom, 18 de Abril de 2010 21:00 |
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A ANDEA – Associação Nacional de Dificuldades de Ensino e Aprendizagem, com seu firme propósito de fazer a diferença. E, partindo do principio que as ações em relação às crianças que possuem peculiaridades e diferentes tempos de aprendizagem não recebem suporte eficiente para que possam desenvolver seu processo de aprendizagem de forma saudável, necessitam de ajuda e informação para que este quadro no ensino brasileiro seja invertido de forma positiva para o processo e resultados no ramos das dificuldades de ensino e aprendizagem. As metas principais são:
- Assessoria às secretarias municipais de Educação através de capacitação de professores e de toda equipe escolar;
- Orientação familiar, atualização e orientação para outros profissionais;
- Seminários, Workshops, congressos, mesas redondas, onde a reflexão de novas ações será sempre o objetivo central;
- Busca pelo apoio, conscientização e parceria de médicos-pediatras, neurologistas, psiquiatras infantis etc., também será uma prática comum.
O caminho percorrido entre a família que necessita e a escola que encaminha para a avaliação diagnóstica e atendimento especializado, deverá ser encurtado, pois acreditamos que nossa luta e nossas ações provocarão reflexões e novas formas de articular os casos de crianças com diferentes tempos e formas de aprenderem, com atendimento mais rápido e preciso. Pretendemos, ainda, ir a campo, fazendo uma força-tarefa que irá atuar durante um ano em uma escola pública frequentada por alunos carentes, onde iremos desenvolver práticas que possibilitem os resultados esperados, além da pesquisa e levantamentos que serão feitos para dar subsídios aos trabalhos posteriores. |
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Última atualização em Seg, 19 de Abril de 2010 20:24 |
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Escrito por Administrator
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Dom, 18 de Abril de 2010 21:00 |
- · Desmistificar os problemas, as causas das dificuldades de aprendizagem e das deficiências que sempre recaem sobre as crianças que são sentidas e olhadas como difíceis, rebeldes e/ou incapazes;
- · Refletir sobre a importância dos diagnósticos e seus efeitos que podem perpetuar a criança no seu difícil destino e não libertá-la;
- · Olhar as crianças acometidas por dificuldades de aprendizagem, deficiências, com distúrbios de comportamento e psiquiátricos, como simplesmente crianças. E porque não dizer, crianças amorosas que sentem e denunciam “o segredo”, que esta escondido, difícil, excluído, do sistema familiar e que muitas vezes são maximilizados ou até mesmo produzidos na escola.
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Última atualização em Seg, 19 de Abril de 2010 20:07 |
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